A imunidade celular depende da integração entre células de defesa, mediadores imunes e sinais de comunicação.
Na prática clínica, a queixa de “imunidade baixa” exige leitura multifatorial. Ela pode envolver rotina intensa, sono irregular, estresse, nutrição, sazonalidade e maior exposição a ambientes coletivos.
Nesse contexto, o Lactococcus lactis strain Plasma, ou LC-Plasma, vem sendo estudado por sua relação com as pDCs. Esse paraprobiótico é estudado por sua relação com pDCs, IFN-α e vias associadas à resposta imune celular.
Ao longo da leitura, entenda o racional do LC-Plasma e sua relação com a imunidade celular.
Imunidade celular e resposta integrada
A imunidade celular envolve células capazes de reconhecer estímulos, sinalizar ameaças e coordenar respostas de defesa.
Entre os principais componentes desse sistema estão:
- células NK, relacionadas à resposta imune inata;
- linfócitos T auxiliares, que coordenam respostas adaptativas;
- linfócitos T citotóxicos, associados à resposta contra células alteradas;
- células B, relacionadas à produção de anticorpos;
- células dendríticas, que conectam imunidade inata e adaptativa.
Essa integração ajuda o organismo a responder de forma coordenada a diferentes estímulos. Dentro desse sistema, as células dendríticas plasmocitoides (pDCs) ocupam papel estratégico. Elas participam da produção de interferons do tipo I.
Entre esses interferons está o IFN-α, mediador relevante na sinalização imune antiviral.
O que são pDCs?
As pDCs são células imunes especializadas na detecção de sinais associados a desafios virais. Elas participam da produção de interferons do tipo I, como o IFN-α.
O IFN-α atua na comunicação entre diferentes células do sistema imune. Quando ativadas, as pDCs podem influenciar células NK, linfócitos T e outros componentes da resposta imune. Por isso, ativos estudados por sua interação com pDCs despertam interesse em imunidade celular.
O que é LC-Plasma?
O LC-Plasma é uma cepa bacteriana inativada de Lactococcus lactis strain Plasma. Na literatura, também aparece como Lactococcus lactis subsp. lactis JCM 5805.
Por ser inativado, seu racional não depende de colonização intestinal.
O interesse científico está em sua interação com células imunes, especialmente as pDCs. Estudos experimentais descrevem a indução de interferons por pDCs após contato com Lactococcus lactis JCM 5805. Essa característica diferencia o LC-Plasma de abordagens centradas apenas na microbiota intestinal.
Como o LC-Plasma interage com pDCs
O LC-Plasma é estudado por sua interação com células imunes associadas ao tecido intestinal. Na literatura, esse ativo aparece relacionado à ativação de pDCs e à produção de IFN-α.
O mecanismo pode ser organizado em quatro etapas:
- contato do LC-Plasma com estruturas imunes intestinais;
- interação com pDCs;
- estímulo à produção de IFN-α;
- comunicação com células da imunidade inata e adaptativa.
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LC-Plasma e IFN-α
O IFN-α é um interferon do tipo I associado à sinalização imune antiviral. Quando produzido por pDCs, participa da comunicação entre células de defesa. Esse mediador contribui para organizar respostas imunes frente a desafios virais.
Estudos experimentais mostram que o LC-Plasma pode estimular pDCs e vias associadas à produção de IFN-α.

Esse dado sustenta o interesse do ativo em estratégias de suporte à imunidade celular.
Estudos clínicos com LC-Plasma
O LC-Plasma conta com estudos clínicos em adultos saudáveis e crianças. Esses estudos avaliam parâmetros relacionados a pDCs e sintomas semelhantes aos de resfriado comum.
Uma meta-análise de dados individuais avaliou ensaios randomizados com ingestão oral de LC-Plasma. O estudo observou ativação de pDCs e menor número acumulado de dias com tosse e sensação febril. Esse resultado sustenta o interesse do ativo em estratégias de suporte à resposta imune.
Outro estudo avaliou LC-Plasma em crianças vietnamitas, em desenho randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. A pesquisa observou redução de dias acumulados de ausência escolar por infecções respiratórias e gastroenterite.
LC-Plasma, rotina intensa e imunocompetência
A imunocompetência pode ser influenciada por sono, estresse, nutrição, atividade física e envelhecimento. A exposição frequente a ambientes coletivos também pode aumentar a demanda sobre o sistema imune. Em rotinas intensas, vários fatores podem impactar a resposta imune ao mesmo tempo.
Nesse contexto, o LC-Plasma pode integrar a discussão sobre suporte à imunidade celular.
Na prática, esse racional pode ser considerado quando há:
- exposição frequente a ambientes coletivos;
- sazonalidade de queixas respiratórias;
- rotina de sono inadequada;
- estresse persistente;
- fadiga em períodos de alta demanda;
- envelhecimento e alterações de resposta imune;
- necessidade de suporte à imunocompetência.
Segurança e tolerabilidade do LC-Plasma
A segurança do LC-Plasma foi avaliada em estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. O estudo utilizou cápsulas com LC-Plasma inativado em quantidade superior à dose usual investigada. A ingestão foi acompanhada por quatro semanas em adultos saudáveis.
Não foram observadas diferenças anormais em parâmetros físicos, hematológicos, bioquímicos, urinários ou entrevistas médicas. Esse dado contribui para o racional de segurança do ativo.
IMMUSE® e o ativo LC-Plasma
No portfólio da Central Farma, o IMMUSE® reúne Lactococcus lactis strain Plasma, ou LC-Plasma.
Esse racional se conecta ao suporte da imunocompetência em estratégias individualizadas. A Central Farma disponibiliza esse ativo com atenção à padronização e à qualidade farmacotécnica. Para dúvidas sobre LC-Plasma, pDCs e imunidade celular, a equipe farmacêutica da Central Farma está disponível pelo WhatsApp.
Como acompanhar o suporte imune
O acompanhamento deve considerar a queixa inicial, o contexto clínico e os objetivos definidos.
Entre os pontos observáveis estão:
- frequência de queixas respiratórias;
- intensidade e duração dos sintomas;
- exposição a ambientes coletivos;
- qualidade do sono;
- nível de estresse;
- padrão alimentar;
- atividade física;
- uso de outros suplementos;
- histórico de alergias;
- exames pertinentes;
- adesão;
- tolerabilidade.
A resposta ao suporte imune deve ser interpretada dentro de uma estratégia mais ampla.
LC-Plasma e suporte à imunidade celular
O LC-Plasma apresenta racional científico associado à ativação de pDCs e à produção de IFN-α. Esse mecanismo ajuda a explicar seu interesse em estratégias voltadas à imunidade celular. Estudos clínicos avaliam o ativo em marcadores de ativação imune e sintomas semelhantes aos de resfriado comum.
Assim, a abordagem sobre IMMUSE® reforça ciência, padronização e individualização.
Perguntas frequentes
O que é LC-Plasma?
LC-Plasma é uma cepa inativada de Lactococcus lactis strain Plasma.
Esse ativo é estudado por sua relação com pDCs e resposta imune celular.
LC-Plasma é paraprobiótico?
O LC-Plasma é uma cepa bacteriana inativada.
Ele pode ser descrito como paraprobiótico, conforme a abordagem técnica adotada.
Qual é a relação entre LC-Plasma e pDCs?
As pDCs são células imunes envolvidas na produção de interferons do tipo I.
O LC-Plasma é estudado por sua interação com essas células.
Esse racional se conecta a vias relacionadas ao IFN-α.
O que é IMMUSE®?
IMMUSE® é uma formulação da Central Farma baseada em LC-Plasma, cepa clinicamente validada.
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